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sábado, 13 de agosto de 2011

Batman e a realidade

E lá estava eu em um dia comum de fim de semana, deixei meu carro para lavar e fui andando para casa. Aproveitei que já fazia muito tempo que não andava pela cidade à pé e fui apreciando o caminho. Por volta das 09:45 atravessei a rua e entrei em uma outra no qual me levaria sem erro até minha casa. Pela manhã os bandidos e transgressores ainda acordavam de uma longa noite de trabalho da sexta-feira, portanto eu não corria perigo.

Andando despreocupado, eu olhava senhores e senhoras lavando suas calçadas ou levando seus cachorros para passear. Pensava: "Como seria bom se todos os dias fossem como este, neste momento". Sem pressa, olhava para as paredes, para as placas, para as árvores, canteiros e tampas de ferro. Hein??? Tampas de ferro? Foi então que percebi que as Indústrias Wayne ainda conseguem inserir seus tentáculos pelo mundo.

Por um micro momento pensei que estivesse em Gotham City. Levando para a teoria da conspiração, as indústrias Wayne tem negócios na minha cidade! Mas onde está o Batman que tanto gostaríamos de ver? Onde está o grande justiceiro que prende bandidos e desbanca redes de corrupção? Paro e penso, volto à realidade e me entristeço com a face da verdade. Infelizmente não temos um Batman, acho que ele ainda não ouviu falar de nossa Gotham amazônica. Por enquanto, só vemos Coringas, Duas-caras, Pinguins e Charadas pelas nossas ruas esculachando, depredando e açoitando as honras dos cidadãos de bem. Quem sabe podemos recorrer ao Tarzan, já que ele mora por perto, vivendo na selva. Mas se ele até agora não apareceu, provavelmente foi pego pela Hera Venenosa ou o Crocodilo. Onde estão nossos heróis?

domingo, 17 de janeiro de 2010

Homem x Natureza

Olá pessoal,

É com muito pesar que estimo minhas condolências às vítimas do terremoto no Haiti. Todos sabemos que não podemos ir de encontro com a força da natureza, pois ela dá e ela tira. Muito se fala sobre o que o homem vem fazendo com o seu planeta, seja envenenando-o com suas químicas ou, simplesmente, se aproveitando, inconsequentemente, de seus recursos. Não está se falando apenas no terremoto do Haiti, mas está se falando em China, Japão, Indonésia, Portugal, EUA, Rússia, Iraq, Irã, Israel, Cisjordânia, Tibet, Alemanha, Cuba, Brasil, Groelândia etc. Todos estão envolvidos de alguma maneira com alguma catástrofe natural, guerra ou conflitos sócio-políticos.



Existe alguma fórmula para resolver isso tudo? Estamos realmente preocupados com o que estamos fazendo com o mundo? Cada pessoa pode ser o executor de alguma ação que é refletida em algum lugar no mundo, inclusive este artigo. Como podemos simplesmente manter o equilíbrio no nosso planeta? Talvez não possa responder esta pergunta nesta vida, mas um dia chegaremos a uma resposta.

Algumas pessoas com visões mais auspiciosas mostram que o pior mau que existe no mundo, é próprio homem. Lembro-me quando vi o filme Avatar, mostrando o que o ser humano é capaz de fazer para alimentar sua ganância e poder.

http://www.youtube.com/watch?v=QJ-DzrY9d00

No mundo dos games existem pessoas que também mostram ao mundo as consequencias e até mostram as soluções dos atos humanos.

I am alive - Jogo da Ubisoft que coloca o jogador em uma situação após um desastre de uma grande cidade.



Disaster: Day of Crisis - Jogo para o Wii que coloca o jogador em situações dentro de desastres naturais.



Fallout - A série Fallout se baseia em um futuro pós apocalíptico quando acontece uma grande guerra nuclear e o jogador, depois de ficar isolado em um bunker anti-guerra, deve procurar seus objetivos fora do isolamento tentando sobreviver em um mundo desconhecido.



S.T.A.L.K.E.R. - A série S.T.A.L.K.E.R. representa uma Chernobyl caótica, depois de muito tempo depois de ter acontecido o grande acidente na usina. Algumas pessoas conseguiram sobreviver ao acidente, mas aconteceu alguma coisa com os seres vivos daquela região, na qual parou no tempo.



City Rain - Este jogo brasileiro coloca o jogador no papel de um administrador para criar uma cidade sustentável, onde mostra a idéia de que é possível manter o equilíbrio entre cidade e natureza.



PeaceMaker - Um game no mínimo politicamente correto, pois o objetivo principal é resolver o conflito entre israelenses e palestinos.




Conclusão

Sabemos que nossos esforços podem contribuir com a paz mundial ou com o equilíbrio natural do planeta. Acredito que nossa humanidade foi criada para evoluir, no entanto, com todas as más notícias que vemos na TV, nos jornais ou pela internet, percebemos que a raça humana não está longe de ser considerada uma raça inferior. Mas ainda existem pensadores que se preocupam com essas questões mais ao longo prazo. Ainda bem que eles existem!!! Mas não basta apoiá-los moralmente, devemos contribuir no sentido de suas realizações darem certo. Pesquisas científicas em prol do bem maior, estadistas bem intencionados, políticos sérios, e, principalmente, nossos professores de infância. Por que eles? Digo-lhes: Pois são eles que fazem ou fizeram-nos acreditar que existe um mundo melhor para viver.

Abraço a todos.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Direitos dos Zumbis

Impressionante como existem jogos no mercado no qual os zumbis são os principais coajuvantes da ação. Os zumbis estão presentes em quase todos os jogos do momento, tais como Dead Rising, Left 4 Dead, Resident Evil, Plants vs Zombies, e até em Call of Duty: World at War. Mas estes seres que tanto fazem a cabeça (ou o cérebro) dos desenvolvedores não apareceram do nada.

De acordo com o site How Stuff Works, a origem dos Zumbis remonta no folclore Haitiano cuja palavra "nzambi" do Kongo, significa "espirito de uma pessoa morta". Os zumbis são evocados por um feiticeiro nos rituais de Vudu, sua mente é fraca que facilita, portanto, sua escravização.


Os feiticeiros podem fazer com que qualquer pessoa, que esteja perto de morrer, se torne um zumbi, aplicando um preparado no organismo do indivíduo que o faz ficar consciente mas sem os sinais vitais ativos (Coração e pulmão). Ele pode falar e até lembrar dos fatos que viveu.


Os zumbis ficaram populares na cultura mundial com o filme de George Romero, "A noite dos Mortos-vivos" de 1968. Neste filme ele trata os zumbis como pessoas que foram vítimas de um acidente radioativo que os transformaram em mortos-vivos.

Emobra os zumbis sejam retratados nos filmes e nos video games como monstros sem alma que só tem o desejo de comer a pessoa viva, devemos lembrar que um dias eles foram pessoas vivas também, mas por algum motivo indesejado foram tranformados em mortos-vivos.

Até mesmo no Haiti existe uma lei que proíbe o ato de transformar pessoas em Zumbi:

Artigo N° 246 do Código Penal Haitiano classifica os administradores de substâncias que criam prolongados períodos de Letargia sem causa de morte como assassinos. Se a substância causa a aparência de morte e resultar em enterro da vítima, o ato é classificado como assassinato.

Podemos perceber que os zumbis não tem culpa de serem o que são, pois a condição de quase-morte os fazem indefesos diante das energias de pessoas vivas. De alguma forma isso pode servir para a realidade politica? Um dia, os zumbis, já foram mães, pais, filhos, irmãos e irmãs de alguém que agora os temem.


No universo atual dos filmes e games, podemos colocar os zumbis como pessoas quase-mortas escravizadas por um feiticeiro ou substância que os deixam com desejo de comer carne viva, pois o sangue ainda pulsa no corpo da pessoa viva. Algumas pessoas podem perguntar: "Por que o cérebro?" O cérebro é a parte do ser humano que está mais vulnerável, por ficar ao alcance das mãos do zumbi, também por ser um orgão pequeno e bem protegido, como um coco. Contudo, o zumbi só pode ir diretamente ao cérebro se o feiticeiro assim o ordenar.


Recentemente, um cineasta amador, Mark Price, fez um filme que custou 50 euros, e o nome é "Colin". Este filme fala sobre, nada mais nada menos que, zumbis. Mas é a perspectiva do Zumbi. Imagine que o filme retrata o zumbi como uma pessoa normal e que é mordido por outro zumbi, transformando-o em um semelhante. Veja o trailer abaixo:



Para àqueles que simpatizam com os zumbis, aí vão suas justificativas de proteção. E para àqueles que os odeiam... peguem leve com eles, pois não sabem o que fazem.

Abraços a todos.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Quando o Cinema imita a arte (dos games)

Olá pessoal,

Falando sério... Você pagaria um ingresso de cinema para assitir à 2 horas de filme ou você compraria um game para jogar por 40 horas? Parece lógico se formos pensar em tempo de diversão. Certa vez, saiu uma pesquisa do NPD Group no qual aponta que a maioria dos americanos preferem jogar videogame do que assitir filmes.

Com isto lanço uma pergunta: Os filmes atuais estão sem enredo ou não evoluíram?
Bem, existem pessoas que podem considerar as duas coisas, mas o fato é que o cinema está menos atrativo para as pessoas, justamente pelo motivo de entreter o espectador por mais tempo.

Que os videogames trazem títulos do cinema, isto todos sabem, mas quando um filme se baseia em um game as coisas mudam de figura. Quando se está jogando as percepções do ser humano ficam a no estado de alerta em quase 100% dos casos, pois para jogar um FPS, por exemplo, o jogador precisa da visão, da audição e do tato, além dos relfexos do cérebro que ditam o que o jogador irá fazer. No cinema utilizamos apenas a visão e a audição, e em algums casos o cérebro para refletir no enredo do filme.

Um filme nunca será igual ao jogo e vice-versa, pois são meios de comunicação diferentes. Um exige mais do sentido humano que o outro.

Para sanar o problema da falta de público do cinema, os filmes buscam sensibilizar o espectador de forma criativa, fazendo-o chorar, rir, ter medo ou deixá-lo tenso. Recentemente, vi filmes que me fezeram refletir para as duas indústrias(Games e Cinema): Um foi [REC]. Uma produção espanhola no qual o diretor utiliza apenas uma única câmera para manter o espectador em estado de tensão. O filme seugue o estilo de Bruxa de Blair, mas com um foco mais fictício, ala Resident Evil(Game).

[REC]


[REC] 2


Em alguns jogos percebe-se a sensção de alegria, tensão e medo, poucos são os casos de choro. Trazer técnicas do cinema para um jogo é mais fácil, pois usa-se apenas a visão para a abordagem. O contrário não ocorre devido à interação intensa que o jogo proporciona.

Outro filme que vi foi Max Payne. Sinceramente, nem Mark Wahlberg nem o diretor não me convenceram a assistir uma continuação do filme. Onde estava a câmera de Bullet Time quando se precisa dela? Eu só vi câmera lenta fixa. Mas que m$%#&@ !

Apesar da tentativa frustrada de manter os fãs do Jogo, Doom - A porta do Inferno coloca a câmera do FPS para um último grito de esperança na salvação do filme. Mas não deu certo. E cadê a super-power-Serra-elétrica? Ora! Vão se f#$%& !

Filme para os fãs TEM QUE TER COISAS QUE OS FÃS GOSTEM !! Não o que o diretor acha que ficou legalzinho. Para fazer filmes de fãs, deve-se fazer uma pesquisa com os fãs. A probabilidade desse filme dar certo é bem maior.

Com o intuito de conseguir mais adeptos, a indústria do Cinema traz a técnica da projeção 3D, que possibilita uma visualização inovadora para a película. Esta pode ser uma salvação para o cinema? Já imaginaram assitir a um filme de Alta Definição em uma TV Full HD e 3D? Seria um sonho de consumo para qualquer cinéfilo.


Filmes 3D



Realizar a experência da interação e prender o espectador é o objetivo das duas indústrias. Para o espectador/jogador sentir o filme ou o jogo, é a máxima da realização pessoal. Para os designers aí vai um recado: "Se preocupem com quem vai jogar ou assistir. O importante é mantê-lo, não deixe ele escapar."

Abraços a todos.

domingo, 13 de maio de 2007

Cinema x VideoGames


Olá Pessoal,

Aqui vai uma matéria atualizada sobre a batalha escaldante entre a indústria de Jogos e a indústria do Cinema, tenham um bom proveito.

Cinema x Videogames

Até mais!